Roda de samba, telão, camisa em homenagem a Santo Antônio e torcida marcaram a noite da família caciqueana
O Cacique de Ramos abriu sua quadra, o Doce Refúgio, no sábado, 13 de junho, para que a família caciqueana acompanhasse no telão a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. No dia dedicado a Santo Antônio, a casa viveu uma programação em verde e amarelo, com samba antes, durante e depois do empate do Brasil em 1 a 1 com Marrocos.
A programação começou às 16h, com o Grupo Caciqueando conduzindo a roda até o início da partida. Sambas clássicos deram o tom da espera, enquanto o público chegava para unir forças pelos atletas brasileiros. Na quadra, camisas da Seleção, cores do Brasil, comentários sobre escalação, expectativa pelo primeiro jogo e a ansiedade comum a todo torcedor em estreia de Copa.
A Diretoria de Ouro acompanhou a programação ao lado da presidente Karla Marcely, do vice-presidente Márcio Nascimento e da diretora-geral Cristhian Kelly. Para a data, dirigentes e integrantes da diretoria vestiram a camisa em homenagem a Santo Antônio, inaugurando a peça comemorativa justamente no dia do santo. A criação passou a integrar a história recente do Cacique, em uma semana marcada pela presença da imagem peregrina e pela aproximação com o Convento de Santo Antônio.
Durante o pré-jogo, a equipe do perfil Mural da Nação colheu depoimentos do público e de representantes da diretoria, em entrevistas conduzidas por Diogo Almeida. Entre os membros da Diretoria de Ouro, o primeiro a falar foi Márcio Nascimento, vice-presidente do bloco, seguido por Sidney Machado, o Chopp, baluarte da instituição; André Cezari, carnavalesco; Nayra Cezari, diretora de comunicação; e, por fim, as filhas de Bira Presidente, Karla Marcely e Cristhian Kelly, que, entre outros assuntos, falaram sobre a saudade e o legado do pai.
Com a bola rolando, a quadra virou arquibancada. O público vibrou, reclamou, torceu, sofreu e empurrou o Brasil diante do telão. Marrocos saiu na frente, mas Vini Jr. deixou tudo igual ainda no primeiro tempo. No intervalo, a música seguiu em clima de samba ambiente, mantendo a cadência da casa enquanto a torcida aguardava a volta da Seleção para a segunda etapa.
O empate não apagou a alegria da noite. Depois do apito final, o Caciqueando voltou a campo, ou melhor, ao palco, e animou a casa até as 22h. O pós-jogo ganhou trilha sonora de samba, transformando a estreia do Brasil em mais um retrato do que é a casa: samba bom, devoção, brasilidade e paixão popular no mesmo coração caciqueano.
Nayra CezariASCOM Cacique de Ramos