O domingo de Dia dos Pais foi comemorado na tradicional Roda de Samba, no dia 9 de agosto.
O samba, melhor anfitrião do Doce Refúgio, deu as boas-vindas ao público através dos acordes do Grupo Caciqueando, que também acolheu a homenagem aos aniversariantes feita pelo vice-presidente Márcio Nascimento.
O evento serviu para encontros especiais que juntaram os foliões das Alas Reunidas do bloco aos sambistas das coirmãs que prestigiaram a roda de samba, como os integrantes da Acadêmicos da Ponta da Areia, de Niterói.
Entre as visitas do domingo, o Cacique recebeu a comitiva da École de Samba Brasis, fundada em 2001. A presidente Verginia Szewczyk esteve entre os visitantes, que chegaram ao Doce Refúgio com as camisas alusivas às Bodas de Prata e à viagem de 2026. A dirigente francesa é brasileira e, em sua juventude, fez parte da Corte do Cacique, fato que relembrou ao posar para fotos com a diretora-geral Christian Kelly e demais membros da Diretoria de Ouro.
Por falar na nobreza da dança do samba do bloco, a Corte Glória Caciqueana esteve representada por Bruno Barão, Laryssa Maia e Kayza Regina. Impecáveis no ofício, o índio caciqueano, a musa e a segunda princesa foram responsáveis por mais uma belíssima apresentação.
Marquinho Lessa, cantor e compositor convidado da edição, levou para a roda sucessos do samba de raiz, obras de Arlindo Cruz e sambas-enredo que carregam sua assinatura.
A comemoração do Dia dos Pais ganhou um momento dedicado aos integrantes da casa. O vice-presidente Márcio Nascimento e a diretora-geral Christian Kelly entregaram presentes aos pais da Diretoria de Ouro e realizaram sorteios entre os pais do Grupo Caciqueando e da equipe de segurança. Marcelo, esposo da diretora Monica Rocha, também foi prestigiado durante a homenagem.
A cantora Margarete Mendes acompanhou o tema do dia e levantou o público com suas mesclagens artísticas que sintonizam sambas, cantigas de terreiro e sentimentos dedicados ao eterno Bira Presidente, principalmente nesta data.
É difícil não se emocionar e impossível deixar de reconhecer o quanto a ausência física de Bira Presidente ainda é sentida no Doce Refúgio, especialmente em uma comemoração tão tradicional como o Dia dos Pais.