147ª Feijoada manteve clima de folia no domingo das campeãs

147ª Feijoada manteve clima de folia no domingo das campeãs

O carnaval acabou exatamente na manhã do domingo, 22 de fevereiro, com o encerramento dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro, mas foi à tarde que o público pôde se reunir no Doce Refúgio. A 147ª Feijoada do Cacique de Ramos contou com programação especial, iniciada pelo Grupo Biguá.

Este foi o primeiro dia de reencontrar a família caciqueana no Templo Sagrado do Samba. Feijoada no prato, samba na roda, público chegando, conferindo os componentes do bloco ainda fantasiados, já com saudades dos três dias de desfile no Circuito Bira Presidente.

O Grupo Caciqueando assumiu a roda de samba e recebeu Jorgynho Chinna. O cantor e compositor mais uma vez esteve presente no evento mensal do Cacique. Com ele em cena, Celinho Show, caracterizado como Sr. Zé Pilintra, mostrou sua desenvoltura na dança do samba malandreado.

Logo após, a Corte Glória Caciqueana, trajando as fantasias do Carnaval 2026, teve seu momento de destaque na programação.

A diva Margarete Mendes soltou a voz após a temporada carnavalesca agitada. A cantora lançou o próprio bloco, desfilou com o Cacique como única mulher intérprete, cumpriu agenda de shows durante a folia e esteve plena em sua performance na ribalta caciqueana.

O Grupo Caciqueando continuou conduzindo o público e, na sequência, recebeu o poeta Carlos Caetano, sempre solícito à plateia, interagindo corpo a corpo e fazendo o Cacique sambar e se emocionar.

Mais cantores brilharam, entre eles Renan Pereira, compositor gravado por Fundo de Quintal e Marquinhos Sensação. O cantor embalou o Cacique com seus sucessos.

Foi um evento para comemorar o resultado dos desfiles do bloco. Uma homenagem à memória de Bira Presidente. Um carinho ao coração dos familiares que hoje seguem à frente da instituição. Uma feijoada marcada pelas fortes emoções do Carnaval 2026.

Nayra Cezari
ASCOM Cacique de Ramos