56 Anos de Samba

Cacique de Ramos, Sonho de muitos, Realidade de poucos!

  
  

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“Quem Sambô... Sambô ...”

A cada domingo, a Roda de Samba do Cacique de Ramos torna-se uma marca de historicidade, reconhecida por seus relatos memoráveis da cultura popular do país. A palavra de ordem é sambar e celebrar a identidade, exaltando a memória dos nossos ancestrais. É um ritual contumaz que traz riquezas por suas raízes, não representa um simples divertimento e, sim, a celebração da música, da poesia e da dança, símbolos da tradição secular.

Para a manutenção da vitalidade do gênero Samba, em sua forma compreendida e apreciada, o Cacique de Ramos, por suas expressões culturais em seus domingos, renova as esperanças e dá a força para a continuidade do nosso cotidiano.

Com esse firmamento de propósito, o Cacique Maior, Bira Presidente, vem agregando e multiplicando o Samba por meio de diversos compositores e cantores, sejam eles “da antiga” ou da “nova geração”.

No último domingo, 30/07, a Tribo do Samba recebeu Carlos Caetano, cantor e compositor que, em cuja Biografia, podemos encontrar: “Ele é da favela, do asfalto da elite da ralé, é do velho, é do novo. Ele é Carlos Caetano, o Poeta da canção.”

Nascido e criado na comunidade do Quitungo, em Brás de Pina, subúrbio do Rio de Janeiro, Carlos Caetano, iniciou sua carreira entre os anos de 1984/85, quando, após um teste em uma roda de samba na ladeira de Sacopã, tornou-se percussionista do Grupo Nossas Raízes. Em 1994, teve sua primeira canção, “O samba vai esquentar”, gravada pelo Grupo Fundo de Quintal e tornou-se revelação e fruto da Tamarineira.

Daí em diante, o músico disparou com suas composições e, entre seus atuais maiores sucessos estão: “Água de Chuva no mar” (Beth Carvalho), “Se eu Largar o Freio” (gravado por Péricles), “Pela Hora” (Fundo de Quintal), “Decidida” (Adriano Ribeiro), “Deixa Acontecer” (Revelação), “Decidida” (Gabi Moura), “É diferente” (Sorriso Maroto), “Ela só quer saber de sambar” (Fundo de Quintal), “Jogo de Sedução” (Revelação) “Problema dela” (Sorrriso Maroto) e “Te Amo” (Mumuzinho). 

Se sambar é festejar com o corpo e a alma, a Tribo do Samba, nesse quesito, é nota 10. O público é fiel. O Grupo da Casa, Quinteto Cacique, abriu a roda com os clássicos, preparando o terreiro para a grande apresentação do convidado Carlos Caetano e sua banda. Foi um “set” musical de grandes emoções na levada do cantor e dono de muitos sucessos relembrados em sua apresentação.

Quem também fez uma participação especial com “Caetano” foi o cantor e compositor Rodrigo Rosado e, diga-se de passagem, com grandes personalidade e voz. Como diz o querido amigo e grande maestro Rildo Hora: Zelação!

O aniversariante de domingo foi o nosso querido amigo Paulo Passos, Personal Style, responsável pelo figurino do Bira Presidente e da Diretoria de Ouro do Cacique de Ramos. E, como forma de agradecimento por toda a dedicação, desejamos, nessa resenha, que a sua vida seja repleta de alegria.

Que não falte a paz, a saúde e o amor. Felicidades, Paulinho!

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